domingo, 1 de outubro de 2017

MENTE


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O Humano pode esquecer o Ser. é como se a mentre esquecesse o Espírito Consciente. A onda “esquece” de sua Fonte - o mar, o oceano. Este esquecimento é forjado pelo oceano, porque por outro lado, este será o nascimento da criação, da consciência, da pessoa, da passagem da unidade para imaginária dualidade. O nascimento da ideia de que a onda-pessoa (corpo/mente) é algo independente, separada do oceano, separada da consciência, e assim pode escolher seu destino pelas suas escolhas próprias (ego). 

Como parte desse Movimento da Totalidade (MT) a onda deve perder a consciência de que é mar para a vida aparecer como a vemos agora. A onda perde a noção de que é apenas o mar em movimento. Fica com medo. Acha que vive separada. Sente-se como um corpo, separado dos outros. Um eu. Separado dos outros eus.

Mas não há um ser separado elaborando a sua vida. Apenas Um. O Um quis ver a si mesmo num reflexo e criou a dualidade. Separação é a crença de que o reflexo existe em si mesmo. Há apenas o Um. Não há ninguém vendo através do Um. E o Um usa milhões de instrumentos para se expressar, desde os instrumentos mais materiais, como rochas e corpos, até o mais sutis, como os pensamentos e a consciência. Separação ou dualismo é apenas incompreensão das diferentes máscaras do Um.  Vemos como “Diferenças que dançam na Unidade”. Quando vemos que as diferenças aparecem e desaparecem na tela da consciência, com todas as histórias dançando na tela, fica mais simples de ver como tudo isso é semelhante ao que vivemos a cada dia.

Sambodh Naseeb

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